“Quem sou eu como professor”
Responder a pergunta “Quem sou eu” é tarefa fácil para alguns e nem tão árdua para outros. Responder tal pergunta exige um verdadeiro mergulho dentro de si, navegar por mares pouco ou nada navegáveis.
Nelson Rodrigues se intitulava como o menino que via o amor pelo buraco da fechadura; José Antônio Marina dizia que somos buscadores ou máquinas, eu diria que sou uma equilibrista do teatro ou circo da vida.
Se discorrer sobre quem se é nos faz “desligar o piloto automático” e revirar as camadas do eu ou, se preferir, arrancar as máscaras; indagar sobre a identidade do professor torna-se atividade mais amena.
Em meio a páginas de artigos e publicações diversas, encontramos definições ótimas para o ideal de professor da atualidade. Professor criativo, professor pesquisador são exemplos bastante difundidos no universo educacional. Sem dúvida alguma, as meninas dos olhos dos empregadores da educação serão, se ainda não são, os professores aprendizes.
Lawerence Stenhouse dizia que todo professor deveria assumir o papel de aprendiz, pois aquele que mais precisa aprender é quem ensina. Ser professor aprendiz, no meu entender, é assumir uma postura ativa e ao mesmo tempo humilde. Humilde no sentido mais nobre da palavra, aquele que “sabe que nada sabe”, ou seja, o sujeito que busca estar em constante mudança, que foge da acomodação.
Ser professor aprendiz é como ser um gatinho alegre, envolto a novelos de lã, buscando desenrolá-los, é ser uma criança que encontrou no porão da casa da vovó um baú de pirata com tesouros esquecidos.
Ana Paula Parizoto
Responder a pergunta “Quem sou eu” é tarefa fácil para alguns e nem tão árdua para outros. Responder tal pergunta exige um verdadeiro mergulho dentro de si, navegar por mares pouco ou nada navegáveis.
Nelson Rodrigues se intitulava como o menino que via o amor pelo buraco da fechadura; José Antônio Marina dizia que somos buscadores ou máquinas, eu diria que sou uma equilibrista do teatro ou circo da vida.
Se discorrer sobre quem se é nos faz “desligar o piloto automático” e revirar as camadas do eu ou, se preferir, arrancar as máscaras; indagar sobre a identidade do professor torna-se atividade mais amena.
Em meio a páginas de artigos e publicações diversas, encontramos definições ótimas para o ideal de professor da atualidade. Professor criativo, professor pesquisador são exemplos bastante difundidos no universo educacional. Sem dúvida alguma, as meninas dos olhos dos empregadores da educação serão, se ainda não são, os professores aprendizes.
Lawerence Stenhouse dizia que todo professor deveria assumir o papel de aprendiz, pois aquele que mais precisa aprender é quem ensina. Ser professor aprendiz, no meu entender, é assumir uma postura ativa e ao mesmo tempo humilde. Humilde no sentido mais nobre da palavra, aquele que “sabe que nada sabe”, ou seja, o sujeito que busca estar em constante mudança, que foge da acomodação.
Ser professor aprendiz é como ser um gatinho alegre, envolto a novelos de lã, buscando desenrolá-los, é ser uma criança que encontrou no porão da casa da vovó um baú de pirata com tesouros esquecidos.
Ana Paula Parizoto
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